Estou falando de geração que significa "gerar", produzir descendentes, que pode ser distinguida por idades, ou estilos, por exemplo.
As gerações são importantes na sociedade porque elas diferenciam os interesses, corrompem questões tradicionais, inovam, transformam e marcam a época, assim são identificadas e complementadas.
Em pleno século XXI as pessoas ainda são incompreendidas, por mais que grandes nomes tenham facilitado muitas questões através da literatura, música e arte de maneira geral. O ponto é que a ignorância ainda existe, assim como o preconceito, sempre existiram - a incompreensão também.
Os valores estão sendo corrompidos, e isso não é algo produtivo. Conceitos quebrados e valores inexistentes na verdade. As poucas regras existentes sufocam as novas gerações ou não detêm nada o que acontece. A regra do oito ou oitenta. É um exagero de uma parte e um desinteresse de outro, resultando um país completamente desequilibrado perante importantes questões sociais.
Sendo assim, um jovem que não responde por seus atos igualmente a um adulto na justiça, faz o que bem entende e é julgado como imaturo, um delinquente por acidente. Isso não existe! Se o mesmo pode decidir o futuro de algo, não é uma opinião, é um voto único, mas significativo, assim, ele deve responder pelos seus atos mesmo que insignificantes para algumas pessoas. Por exemplo, se ele quebra algo, ele não paga? Não, porque ele não tem renda, então o responsável responde por isso, ele paga. Mas isso não acontece quando envolve questões sérias, como pessoas e suas vidas.
Isso é um abismo de gerações. Observando a geração de 1922, por exemplo, o que se tem é uma bagagem cultural, corrompem várias questões, modificam a escrita de certa forma, influenciam outras gerações.
Atualmente as gerações novas estão um desastre, uma decadência, sem condições e expectativas de melhora. Algumas que se salvam, procuram essa compreensão através das antigas. Não é um exagero. Analisando a música de forma concreta, o que se ouve é cada vez mais antigo anos 60-90. Não digo que não existe música boa do século, mas infelizmente não existe algo bom da década. Poucas bandas ou estilos que resistiram as gerações e continuam ou algumas que se mantêm através de influências, mas não é o bastante. Sempre procurei as músicas que meus tios, pais ou amigos mais velhos ouviam quando eram mais jovens, e agora penso que quando ficar bem velha vou ouvir as mesmas músicas, porque o que escuto realmente não é mais novo do que a minha irmã.
Direcionando o foco para as últimas novidades do momento, as músicas mais tocadas piora tudo.
É realmente frustrante, chega a ser um desrespeito. É uma ridicularização sem fim. E depois de meias palavras, espero que você não faça o quadradinho de oito e não concorde com a tal ato. Não tenho nada a favor, tenho vergonha do que o Brasil hoje demonstra perto do que já foi.
A tarja no rosto é proposital, porque é a falta de muita coisa.
25 de mai. de 2013
15 de out. de 2012
Identidade cultural e preservação do Idioma Nacional
"A nação é uma resultante de agente histórica.
O índio, o negro, o jesuíta, o tropeiro, o poeta, o fazendeiro, o português, francês, espanhol, italiano ou alemão, os rios, as montanhas, a mineração, o café, os oito milhões de metros quadrados... "Temos que aceitar todos estes fatores ou destruir a nacionalidade, pelo estabelecimento de diferenças.
Deve-se preservar de forma inteligente, sem patriotadas, mas com objetividade, no sentido de valorizar o idioma de Machado de Assis e Fernando Pessoa. Se a nossa pátria é totalmente priorizada a língua portuguesa, porque não prevalecer, pois, algumas mudanças interferem no crescimento e despencam as prioridades, sendo assim, não prioriza muitos fatores como a estabilidade de um bom governo – que deve sempre investir em uma educação de qualidade que deveria ser priorizada.
O idioma português é uma cicatriz deixada pelos “colonizadores”, mas se o brasileiro nato não se orgulhar, ou simplesmente não se contentar com esse fato que não mudará diminuirá o rendimento, ou seja, acabará com a língua.
Logo se conclui que o esforço de grandes poetas, e mais tarde críticos que lançaram seus esforços em uma gramática extremamente critica serão minimizados em frente a esta desvalorização da população. Se a sociedade não valorizar o próprio idioma e o próprio país, ninguém o fará.
Deve-se preservar de forma inteligente, sem patriotadas, mas com objetividade, no sentido de valorizar o idioma de Machado de Assis e Fernando Pessoa. Se a nossa pátria é totalmente priorizada a língua portuguesa, porque não prevalecer, pois, algumas mudanças interferem no crescimento e despencam as prioridades, sendo assim, não prioriza muitos fatores como a estabilidade de um bom governo – que deve sempre investir em uma educação de qualidade que deveria ser priorizada.
O idioma português é uma cicatriz deixada pelos “colonizadores”, mas se o brasileiro nato não se orgulhar, ou simplesmente não se contentar com esse fato que não mudará diminuirá o rendimento, ou seja, acabará com a língua.
Logo se conclui que o esforço de grandes poetas, e mais tarde críticos que lançaram seus esforços em uma gramática extremamente critica serão minimizados em frente a esta desvalorização da população. Se a sociedade não valorizar o próprio idioma e o próprio país, ninguém o fará.
Depois de algum tempo:
Buenas! Primeiramente peço desculpas pela minha ausência nos últimos meses no blog, e em outras coisas. Digamos que precisei de um bom e longo tempo, não sem internet (e um pouco afastada da vida virtual) para organizar e priorizar algumas coisas.
Mesmo sem postagens, gostaria de agradecer pela atenção e pelas inusitadas visitas a este blog, que estava sozinho ultimamente. Vou tentar atualizar semanalmente, porque os dias andam corridos, e digamos que minhas pretensões também.
Sem mais delongas, podem acompanhar meu twitter que este mais atualizado. E aproveitando o ensejo convido-os para visitar meu Flickr. Espero que gostem.
Sem mais delongas, podem acompanhar meu twitter que este mais atualizado. E aproveitando o ensejo convido-os para visitar meu Flickr. Espero que gostem.
5 de mai. de 2012
Clueless or failures:
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| Foto: internet |
Creio que é assim que começam os maus amados da vida. Pessoas que desistiram no meio da linha de coisas inacabadas, dos atos mal realizados.
E de fato essas pessoas existem, em todos os lugares. Mas ai que está a chamada vida, o mistério de "ser feliz”, outra coisa que não se encontra assim repentinamente e cada vez mais vira uma modinha de dizer que é alegre e sabe sorrir – mas sem sair do meu foco – pessoas evoluem e nem se dão conta do tamanho que seus pequenos e inacabados atos tomam, ou seja, não aproveitam as oportunidades (de ficarem calados em muitas ocasiões) e mais tarde se frustram por qualquer motivo.
Agora eu me pergunto: se frustrar, ah que beleza, vou virar uma idosa sem nada para contar e dar aquele bom conselho para não desistir, porque eu não aproveitei quando era jovem, ou quando tive a chance. Eu não! Eu quero olhar pra um idiota e dizer:
-Cala a boca seu imbecil, vá viver porque a vida passa rápido demais seu marmanjo, nada de ficar dormindo (bodiando) em casa, vá estudar e fazer festas, porque se eu pudesse faria tudo de novo, porque sorrir não é uma modinha, e não custa nada.
Por isso mais uma vez eu me convenço que a vida é um ciclo de consequências e que em muitas ocasiões estamos colhendo o que mal acabamos de semear, que reclamar só vai nos mostrar como somos pequenos e repentinamente o tempo voou em nossas mãos. Que aproveitar a vida é respeitar o limite do outro, não o mal gosto nem, somente o seu limite, aquele pequeno e imbecil comentário que não deve ser dito, porque cada um tem a sua opinião, cada um faz o que quer fazer independente dos conselhos e opiniões de outros. Viver é aproveitar intensamente, ter responsabilidades, em muitas vezes fazer o que não tem vontade, mas o que define a tua vida.
Não se precisa de sentido para viver, acordar já é uma grande coisa. Novamente o ser humano não precisa perder algo para dar valor para o que tem, afinal, se tem bens materiais ou outras coisas ou não é fruto do esforço, ou de alguma coisa que não te diz respeito. As pessoas esqueceram de viver e aproveitar, apenas respirar, para palpitar a vida do que está ao seu lado, e se esquecem que também são meros imperfeitos como todos buscando uma evolução sensata, e depois ainda reclamam que não aproveitam e são frustados - mas continuam achando que estão com a sua verdade e se metendo literalmente na vida que não é deles. O que falta não é nem o livre arbítrio, é noção mesmo.
28 de jan. de 2012
Ferrugem:
Aos poucos você percebe que o que era pequeno demais se tornava invisível ao longo dos seus dias, e que depois de algum tempo se tornam coisas relevantes e que mudam o modo de interagir com a vida. Não importa como você gostaria de ser, ou como você é visto pelo outros, não é o que você fala, ou o que você faz, é só imensamente o que você sente.
As coisas mudam, as pessoas mudam, o tempo muda, algumas evoluem outras continuam na mesma babaquice que escolheram estar e não depende deles, só daquele que deixa a vida aonde quer chegar, que vive a cada dia, a cada instante - patético, confuso, difícil ou não. Afinal, não sejamos tolos e ignorantes porque problemas todo mundo tem, e isso não é mais uma modinha ridícula do século onde tudo é resolvido com infantilidade perante as redes sociais. O ponto é que nós somos aquilo que vivemos que fazemos que falamos, porque o que pensamos ninguém sabe, ninguém vê e ninguém entende.
O que a bela vida oferece, é aquilo que nossos pulsos agarram, se encorajam, ou seja, nós e as nossas escolhas, oportunidades, necessidades ou quaisquer outras circunstancias que encaramos e tudo aquilo que queremos de corpo e alma - carpie diem.
Todo aquele inútil ou independente vivente que desejar e começar a dar o seu primeiro passo pela liberdade na vida será bem sucedido, independente do seu caminho.
Nenhum ser quer virar uma janela enferrujada sem serventia, creio eu.
As coisas mudam, as pessoas mudam, o tempo muda, algumas evoluem outras continuam na mesma babaquice que escolheram estar e não depende deles, só daquele que deixa a vida aonde quer chegar, que vive a cada dia, a cada instante - patético, confuso, difícil ou não. Afinal, não sejamos tolos e ignorantes porque problemas todo mundo tem, e isso não é mais uma modinha ridícula do século onde tudo é resolvido com infantilidade perante as redes sociais. O ponto é que nós somos aquilo que vivemos que fazemos que falamos, porque o que pensamos ninguém sabe, ninguém vê e ninguém entende.
O que a bela vida oferece, é aquilo que nossos pulsos agarram, se encorajam, ou seja, nós e as nossas escolhas, oportunidades, necessidades ou quaisquer outras circunstancias que encaramos e tudo aquilo que queremos de corpo e alma - carpie diem.
Todo aquele inútil ou independente vivente que desejar e começar a dar o seu primeiro passo pela liberdade na vida será bem sucedido, independente do seu caminho.
Nenhum ser quer virar uma janela enferrujada sem serventia, creio eu.
31 de dez. de 2011
Sem mais:
Tive tempo, um bom e longo tempo ausente, me desculpem pela demora nas atualizações pois estava escrevendo constantemente e não publicará aqui, só estava distante, distante como agora.
Nosso estado de espirito descansa em belas tardes risonhas e/ou solitárias. Aquela velha história de mudança, tudo se tornou um abismo de um só: enfim.
Não vejo o porquê falar do que certamente estaria pensando. Não tenho o objetivo de blog para isso. Este espaço o qual considero digno, e que não julga circunstâncias, fugir de si, no entanto, não é se esconder, simplesmente existem coisas que não são ditas, e nunca serão.
Neste ano novo, continuarei a ser a mesma que sou, ou que imagino que sou.
Tive muitas oportunidades e enfrentei muita coisa no ano que passou, (particularmente prefiro não citar fatos), eu nunca fui de me importar com o que esperam de mim, ou que gostariam que eu faça, assim só digo que tudo foi bom, mesmo o que poderia ser péssimo, teve o lado bom – o aprendizado.
Para um bom 2012, espero que a esperança não morra e esteja em todos, e que assim haja paz.
Afinal, todo Pokémon evolui, e as pessoas se arrependem do que deviam fazer, e não do que fizeram.
Nosso estado de espirito descansa em belas tardes risonhas e/ou solitárias. Aquela velha história de mudança, tudo se tornou um abismo de um só: enfim.
Não vejo o porquê falar do que certamente estaria pensando. Não tenho o objetivo de blog para isso. Este espaço o qual considero digno, e que não julga circunstâncias, fugir de si, no entanto, não é se esconder, simplesmente existem coisas que não são ditas, e nunca serão.
Neste ano novo, continuarei a ser a mesma que sou, ou que imagino que sou.
Tive muitas oportunidades e enfrentei muita coisa no ano que passou, (particularmente prefiro não citar fatos), eu nunca fui de me importar com o que esperam de mim, ou que gostariam que eu faça, assim só digo que tudo foi bom, mesmo o que poderia ser péssimo, teve o lado bom – o aprendizado.
Para um bom 2012, espero que a esperança não morra e esteja em todos, e que assim haja paz.
Afinal, todo Pokémon evolui, e as pessoas se arrependem do que deviam fazer, e não do que fizeram.
QUE VENHA 2012.
23 de dez. de 2011
Será Natal?
Vai ser natal, as pessoas se animam. Algumas se distraem, sorriem se unem e amam. Outras aleatórias ficam sozinhas, esquecem o que significa esta data, e compram. Claro que as que sorriem (demonstram a sua felicidade) também compram.Em uma contradição equilibrada, digo que, no natal as pessoas vivem, estão juntas geralmente, querem compartilhar momentos calorosos e únicos.
Compram presentes para demonstrar a sua importância, ou para reascender o espírito natalino do Papai Noel dedicado às crianças, sendo que, nem todos conhecem o seu sentido magnifico.
Não sou de falar em religiões, pois acho que respeito entre elas é um ótimo começo. Todavia, sou cristã batizada e não concordo com alguns de seus princípios e em minha concepção, não preciso ir há algum lugar para procurar a minha fé. Tenho-a bem guardada, e não afirmo que sou a melhor pessoa para falar disto, já que muitas vezes retruco o que a igreja diz, entretanto, é uma religião, que inúmeras pessoas acreditam cegamente, sendo assim, mais uma fonte de respeito que eu tenho; assim como o espiritismo, budismo, judaísmo que também tem os seus princípios, respeitáveis. A oração é a fé em palavras, ou seja, não significa que se não orarmos não temos fé, isso é relativo.
Onde quero chegar? Aonde isso começa e o que o natal tem a ver com fé ou espiritualidade?
Não vim aqui para distorcer o que quero dizer. Na verdade, não estou interessada em formular opiniões sobre teologia.
Só quero que nesse natal, as pessoas ajam diferentes, não sejam tão hipócritas e egoístas, apesar de achar o lado de comprar um presente < receber um presente interessante, e que é um bom modo de agradar uns aos outros, levando em conta que neste dia estamos "celebrando" algo que é esquecido, e menosprezado muitas vezes. Sendo assim, procurei algumas definições:
O natal é uma adaptação católica de antigas festas pagãs; Festas estas que eram promovidas por culturas ancestrais para comemorar o solstício de inverno e trazer boa sorte na agricultura - tradição adotada pelos Gregos, e mais tarde pelos Romanos. (É uma ótima definição, intelectual, e que pode ser encontrada em qualquer site como: a história do natal).
Mas uma criança de seis anos provavelmente não vai entender isso, e na verdade é uma definição que não está completa.
Temos a definição Persa: que comemoravam neste período o nascimento de Mitra, Deus do Sol. Acreditavam que um pequeno sol nascia sobre a forma de uma criança recém-nascida, comemorado no dia 25 de dezembro o Dia do Nascimento do sol invicto.
Mas resumindo a sua definição, objetivada: é o nascimento de Jesus, ou Cristo, o filho de Deus; que na verdade o dia 25 é um símbolo de seu nascimento, uma renovação para nós, um momento de reflexão, de crescimento, de união, de fé, esperança, desejo de estar junto com a família e compartilhar momentos, celebrar esta data especial e única.
No natal percebemos a felicidade: luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores, brilho nos olhares, sorrisos ansiosos.
Infelizmente o natal não é mais o mesmo, pela mídia, pelo comércio, e o Papai Noel, é outro símbolo desta data que devia ser celebrada com mais gratidão, mais carinho, mais compaixão. Hoje em dia muita coisa mudou as crianças não acreditam nem no Noel, nem no Natal. Recordo-me quando eu era criança (não que o tempo tenha passado tanto, mas sinto-me mais madura, certamente, não sou mais tão ingênua, pois a vida nos ensina muito), prosseguindo, acreditávamos no Natal, e sabíamos que era o nascimento do menino Jesus, e o Papai Noel que era sim esperado, era um símbolo para comemorar esta data em família.
O que quero dizer, é que o Natal não é mais o mesmo. Sim, as lojas estão enfeitadas, e atraem os olhares esperançosos, pois existem sempre exceções. Mesmo assim existe muito interesse, observamos abraços frios, como dias mornos. Muitas vezes famílias estão próximas fisicamente, e distantes, preferem passarem o natal, a sua ceia isolada.
Será Natal? O Natal não é apenas uma data festiva para rebuliços em lojas, é a expressão da caridade, é a prova vida da esperança.
Enfim, depois de tanto tempo, desejo um Feliz Natal, com união e paz, tendo assim um próspero ano novo, com sucesso, ambições e muitas felicidades.
E que finalmente, este Natal não seja uma festa com troca de presentes, mas que possa perceber que a felicidade está nas pequenas coisas.
E que venha 2012!
Compram presentes para demonstrar a sua importância, ou para reascender o espírito natalino do Papai Noel dedicado às crianças, sendo que, nem todos conhecem o seu sentido magnifico.
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| Foto: weheartit.com |
Onde quero chegar? Aonde isso começa e o que o natal tem a ver com fé ou espiritualidade?
Não vim aqui para distorcer o que quero dizer. Na verdade, não estou interessada em formular opiniões sobre teologia.
Só quero que nesse natal, as pessoas ajam diferentes, não sejam tão hipócritas e egoístas, apesar de achar o lado de comprar um presente < receber um presente interessante, e que é um bom modo de agradar uns aos outros, levando em conta que neste dia estamos "celebrando" algo que é esquecido, e menosprezado muitas vezes. Sendo assim, procurei algumas definições:
O natal é uma adaptação católica de antigas festas pagãs; Festas estas que eram promovidas por culturas ancestrais para comemorar o solstício de inverno e trazer boa sorte na agricultura - tradição adotada pelos Gregos, e mais tarde pelos Romanos. (É uma ótima definição, intelectual, e que pode ser encontrada em qualquer site como: a história do natal).
Mas uma criança de seis anos provavelmente não vai entender isso, e na verdade é uma definição que não está completa.
Temos a definição Persa: que comemoravam neste período o nascimento de Mitra, Deus do Sol. Acreditavam que um pequeno sol nascia sobre a forma de uma criança recém-nascida, comemorado no dia 25 de dezembro o Dia do Nascimento do sol invicto.
Mas resumindo a sua definição, objetivada: é o nascimento de Jesus, ou Cristo, o filho de Deus; que na verdade o dia 25 é um símbolo de seu nascimento, uma renovação para nós, um momento de reflexão, de crescimento, de união, de fé, esperança, desejo de estar junto com a família e compartilhar momentos, celebrar esta data especial e única.
No natal percebemos a felicidade: luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores, brilho nos olhares, sorrisos ansiosos.
Infelizmente o natal não é mais o mesmo, pela mídia, pelo comércio, e o Papai Noel, é outro símbolo desta data que devia ser celebrada com mais gratidão, mais carinho, mais compaixão. Hoje em dia muita coisa mudou as crianças não acreditam nem no Noel, nem no Natal. Recordo-me quando eu era criança (não que o tempo tenha passado tanto, mas sinto-me mais madura, certamente, não sou mais tão ingênua, pois a vida nos ensina muito), prosseguindo, acreditávamos no Natal, e sabíamos que era o nascimento do menino Jesus, e o Papai Noel que era sim esperado, era um símbolo para comemorar esta data em família.
O que quero dizer, é que o Natal não é mais o mesmo. Sim, as lojas estão enfeitadas, e atraem os olhares esperançosos, pois existem sempre exceções. Mesmo assim existe muito interesse, observamos abraços frios, como dias mornos. Muitas vezes famílias estão próximas fisicamente, e distantes, preferem passarem o natal, a sua ceia isolada.
Será Natal? O Natal não é apenas uma data festiva para rebuliços em lojas, é a expressão da caridade, é a prova vida da esperança.
Enfim, depois de tanto tempo, desejo um Feliz Natal, com união e paz, tendo assim um próspero ano novo, com sucesso, ambições e muitas felicidades.
E que finalmente, este Natal não seja uma festa com troca de presentes, mas que possa perceber que a felicidade está nas pequenas coisas.
E que venha 2012!
29 de ago. de 2011
Oh, vida.
A gente “leva da vida, o que a gente leva”, e isso é a pura verdade.
Às vezes é mais fácil se calar, não saber, não sentir, não viver. Neste fator todos sabemos que existem pessoas, e pessoas, afinal de contas todos, com as exceções de Maria que vai com as outras obviamente, não são iguais.
Eu gosto muito de ser como sou, prefiro ser assim a fingir que gosto, ou que tenho que falar por falar. Mas isso sou eu, eu falo quando quero, e quando acho que tenho que falar – não é por falar, nem com pretexto para ganhar alguma vantagem em cima, e pensar assim é ridículo, mesmo assim eu não estou sempre certa.
Eu sei que as coisas da vida são chatas e complicadas. Não é nem por querer, pelo simples fato de serem dificultadas; eu também sei.
Todos nós somos feitos para algum propósito inesperado, inevitavel e certas vezes desnecessário. Amamos, sim amamos, aprendemos os a nos limitar, e nos fortalecer.
É um ciclo não esquisito, mal entendido, não organizado - uma forma de pensamento idealizada. Pensamentos soltos, com palavras vazias e incompletas. Isso é a vida, pois é feita de erros com tombos e acertos com glórias, alguns perdem e ganham, outros choram, e também os que demonstram plenitude e felicidade o que às vezes é um tipo de mascara.Ninguém aceita nada totalmente, por inteiro, nada é absolutamente perfeito - e se pensarmos sempre assim nunca será - e nada será. Eu também não sei o que não é imperfeito. Se não sei, não faço, não vi, não falo.
Uma vez li, que a felicidade é almejada, e os seres humanos a colocam como um ponto de chegada, eu particularmente tenho muitas opiniões sobre a felicidade, o que todos têm, mas nem todos valorizam e demonstram. A calmaria é feita de paz às vezes, assim como a tempestade pode ser feita de raiva, ou felicidade. Cada ser é um só, a cada só não pode ficar sempre só, porque temos que aprender algo com os outros. Por isso é complicado, e não entendido, como a felicidade, como a calma que não significa paciência, e como a vida.
Às vezes é mais fácil se calar, não saber, não sentir, não viver. Neste fator todos sabemos que existem pessoas, e pessoas, afinal de contas todos, com as exceções de Maria que vai com as outras obviamente, não são iguais.
Eu gosto muito de ser como sou, prefiro ser assim a fingir que gosto, ou que tenho que falar por falar. Mas isso sou eu, eu falo quando quero, e quando acho que tenho que falar – não é por falar, nem com pretexto para ganhar alguma vantagem em cima, e pensar assim é ridículo, mesmo assim eu não estou sempre certa.
Eu sei que as coisas da vida são chatas e complicadas. Não é nem por querer, pelo simples fato de serem dificultadas; eu também sei.
Todos nós somos feitos para algum propósito inesperado, inevitavel e certas vezes desnecessário. Amamos, sim amamos, aprendemos os a nos limitar, e nos fortalecer.
É um ciclo não esquisito, mal entendido, não organizado - uma forma de pensamento idealizada. Pensamentos soltos, com palavras vazias e incompletas. Isso é a vida, pois é feita de erros com tombos e acertos com glórias, alguns perdem e ganham, outros choram, e também os que demonstram plenitude e felicidade o que às vezes é um tipo de mascara.Ninguém aceita nada totalmente, por inteiro, nada é absolutamente perfeito - e se pensarmos sempre assim nunca será - e nada será. Eu também não sei o que não é imperfeito. Se não sei, não faço, não vi, não falo.
| Foto: beginningwithoutend |
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