26 de fev de 2011

Analítica, Filosofa Arquiana e Evasiva:



"Objetivos, observadores, racionais. Analisamos fatos, lugares, pessoas; estas, quase nunca nos surpreendem. Críticos, práticos, intuitivos, aparentemente anti-sociais, inteligentes, pouco emotivos, sarcásticos, autênticos, seletivos, calculistas, de poucos amigos, determinados, complexos, inconvencionais, sem paciência para dramas! E intensos, isso, se nos for conveniente (é claro)."
"Não me prenda. E me terá."
"Fugir talvez não seja a melhor saída, mas talvez, a solução mais cômoda em determinados momentos."


Fonte: Comunidades

25 de fev de 2011

Where Is The Love ?

Eu ainda não o encontrei e você?

Poderíamos ser bem mais felizes, com a compaixão conosco, mas me responda onde ele está?
Ainda não quero acreditar que a mediucridade vai tomar conta daqueles que poderiamos salvar.
Não disse que ele não existe; mas ainda não o encontrei.
De repente está em uma esquina aonde os corações ridículos se condenarem, e começaram a lutar com crianças inofensivas e inocentes, ou até a natureza, que não tem como se defender, e se destrói depois de sofrer.
Não é uma têndencia de generalização, é um comentário, é uma forma de tentar consientizar alguma mente inrredutivel pela amargura do ser, esse que se diz humano, mas no entanto vemos coisas contraditórias como a morte.
Pessoas cruéis, infiéis, mediucres e que não pagam por nada?
Que país vivemos? Viramos ratos? Não podemos concertar o mundo, mas podemos evitar que ele acabe, não podemos?
Assim como o Greenpeace e outras ongs tentam, porque os pobres não tentam?
Eles que são 90% dos alvos da tolice do ser, porque não tentam mudar isso.
A natureza não fala, mas como se move?
Elas não tem mãos que podem ajudar, e pés que podem andar, elas fazem aquilo que lhe dão.Deram lixos, olhem o que aconteceu.
Acho isso muito importante, é o mundo acabando aos pouquinhos, e acabando com as pessoas, inocentes ou não.
E agora, vão culpar quem desta vez? O governo? O salário? A educação?
Não tem quem culpar, todos são culpados, independente da raça ou da nacionalidade.
E me respondam, como encontar o amor?
Se a guerra esta aberta e ainda não se tocamos.
Porque as pessoas fazem isso? Tudo bem, o governo pode não ser tão bom assim (o foco não é a política, mas se reclamam tanto).
Na verdade eu só queria entender o que passa na cabeça dessas pessoas, que pensam tão pequeno diante da vida.
Enquanto algumas tentam recuperam o que os vândalos corroem, eles ainda estão acabando com a vida.
Pra quê? E as próximas gerações? E a nossa vida como será?
Ainda não entendo, e muito menos tenho compreensão, de como as pessoas adoram culpar. Só quero ver o que vai acontecer daqui algumas décadas.

O fato é que:
"Second chances they don't ever matter,
people never change"

24 de fev de 2011

As ovelhas

Uma simples observação:
Não preciso ser quem manda nas ovelhas,
não preciso ser a dona, nem o caminho do destino,
das ovelhas da vida;

eu não sou nem o pastor delas,
mas no entanto, nem um pouco igual a elas,

eu sempre serei, como eu quiser,
como quem quiser que eu seja,
se me ame, do modo que eu sempre sou,

porque eu sou, e vou ser pra sempre,
bem diferente, que qualquer uma delas,
isso pode ser besteira, mas as aparências as vezes confundem.
e se enganam; mas as ovelhas não se importam.

Quando somos abandonados pelo mundo...

... a  solidão é superavél; quando somos abandonados por nós mesmos, a solidão é quase incurável.


Augusto Cury

23 de fev de 2011

My Heart :


"I am finding out that maybe I was wrong
That I've fallen down and I can't do this alone".


" Nothing compares to

A quiet evening alone

Just the one, two

Of us, who's counting on?

That never happens

I guess I'm dreaming again

Let's be more than, more than this"

Paramore

20 de fev de 2011

O capuz e a ciência:

O capuz é uma artigo interessante e de muita personalidade, não sei se está na "moda atual", onde encontramos calças coloridas, tênis como all star voltando às ruas com mais intensidade e até aquelas roupas antigas, da década de 60 e 80 como as calças de cintura alta.
Mas assim como as roupas vão e voltam, as toucas como o capuz, que servem geralmente para escapar do frio do nosso inverno cruel, se destacam e somem.
Estava observando o centro de nossa cidade, sempre naquela quietude sem muito o que falar; mas no entanto, percebi como as pessoas se queimam com o tal do capuz.
Em uma conversa entre três ou quatro pessoas comentam e fofocam literalmente algum acontecimento geral da cidade, aí sempre tem um desses que diz- ai, não precisa ofender.
Mas estão falando dele? Citaram nomes? Ou ele propriamente vestiu o capuz da falta de ciência do assunto?
Acho que na nossa cidade, chamada de Terra dos Poetas, não falta poeta, falta coragem.
E agora, me digam se eu ofendi à alguém.

19 de fev de 2011

As músicas na escrita:

Ao contrário do que muita gente pensa as letras das músicas falam muito mais do que deveriam. São como palavras "são jogadas ao ar", sem validade, sem nenhum importância e as vezes nem fazem o sucesso.
Nunca parou para pensar?
Elas expressam diversos sentimentos como os mais comuns: amor, amizade, felicidade e também ódio e rancor; mas também mostram a mediucridade, a ignorância e a impaciência.
As músicas se fazem, sozinhas, através das vivências de quem as escreve.
Podemos "te dar o céu o mar, pra ganhar o seu coração" (Luan Santana) e podemos dizer que "Você chegou perto demais do fogo; como um mentiroso procurando perdão de uma pedra" (Green Day).
Ou talvez se compararmos "Que mentir pra si mesmo, é sempre a pior mentira." (Renato Russo) ou "Nenhuma apelação no tribunal hoje, como a própria prisão" (Creed).
E ir até o ponto de dizer que "aquele foi o dia que eu prometi, que eu nunca cantaria sobre amor, se ele não existisse; Mas querido...Você é a única exceção". (Paramore) ou até mesmo:
"Muito prazer, meu nome é otário
Vindo de outros tempos mas sempre no horário
Peixe fora d'água, borboletas no aquário
Muito prazer, meu nome é otário
Na ponta dos cascos e fora do páreo
Puro sangue, puxando carroça"
(Dom Quixote - Engenheiros)
Não que as músicas sejam "ofensivas", elas são lindas, românticas, cruéis, realistas - cada uma a seu modo - mas isso é uma questão de gosto e bom gosto, afinal, existem outras como as nativistas:
"Nunca mais eu partirei, nem vou te deixar partir,
Muitas vezes é melhor ficar, do que andar sem saber pra onde ir." (Wilson Paim)
E assim como nas variadas músicas, é incomparavelmente idêntico na escrita, o que vale sempre é a interpretação do leitor, neste caso.

17 de fev de 2011

As minhas portas:

Eu voltei. Na verdade sempre estive aqui, invisível, sumida ou simplismente ocupada demais.
Ocupada? Em férias?
Ocupada no meu mundinho, absolutamente meu e de quem eu deixo conviver.
Mundinho não superior, nem intocável - apenas é uma forma de pensar, agir, viver.
Onde talvez não tinha encontrado, uma forma explícita de dizer não, no que eu não concordo. Não e deu.
No meu mundo existe isso, pelo menos quase sempre existe, ele é meu, é como se eu me olhasse antes e fosse a correia da bicicleta que os outros pedalam - é, isso antes de idealizar o meu mundo - afinal, ele é o mesmo seu, apenas é melhor e mais convicto - porque faz as pessoas felizes, sem tanta hipocrisia e desprezo pelo ser que seja humano e totalmente imperfeito.
É como se eu estivesse vendo várias portas (como naqueles desenhos animados, que existem milhares de portas, e ali os "personagens" se escondem, fogem, e brincam).
Pois é, vendo portas que as pessoas erram e acertam.
Algumas abrem mil erradas, outras abrem a certa na primeira vez; e descobrem que poderia ser bem melhor se não tivessem aberto a tal.
Digo hoje, que assim como as portas existem escolhas, e alternativas - num modo geral filosófico (na minha opinião) - só que não é a porta certa, ou a pessoa certa, é como se nós espelhacemos os nossos passos, escrevendo eles de forma cautelosa e frágil, e se errarmos, o mundo cai em cima de nós imperfeitos? Para mim não, isso é até uma questão de opinião ou forma de agir. É a lei do "Aqui se fez, aqui se paga" - a volta tríplice - não que desejamos mal, mas aquilo que fazemos, colhemos; não adianta plantar milho e querer colher batata, não é?
Aí as pessoas culpam a vida, ou neste caso as portas.
Mas nunca pararam para pensar como seus filhos crescem, e eles próprios envelhecem, ou como o trabalho faz bem, ou como a vida é linda... E sempre culpam alguma coisa quando a imperfeição vem a tona. Então parem de culpar, não é questão de culpa, é uma questão de sabedoria do ser, não são as portas, nem as pessoas, são o que nós fazemos delas.
Posso abrir uma porta sombria e fazer com que ela seja bela e feliz, ou ao contrário.
Mas sou eu que decido, não é você.

"If I'm a bad person, you don't like me
Well, I guess I'll make my own way"
(continuação)

14 de fev de 2011

Do dia:


A vida é o filme que você vê através dos seus próprios olhos. Faz pouca diferença o que está acontecendo. É como você percebe que conta!
(Denis Waitley)

13 de fev de 2011

Do dia:

Tudo começa no fundo branco, de uma cabeça vazia, e ai vem aquelas tradicionais perguntas:
O que te faz acreditar em alguém? O que te faz achar que o que uma pessoa parece te mostrar possa ser real? Creio que a maioria das coisas acaba sendo influência de pensamentos, de coisas, boas ou ruins, de momentos, mas se for pensar bem, quem é normal? O que é real, racional ou imoral? O que você faz acaba não sendo o que você queria fazer, e o que você ouve é exatamente o que queria ouvir, porém tudo pode ser inacreditável, toda mentira pode ser bem contada, mas os olhos nunca vão mentir, a duvida corrói, a verdade dói, e a mentira te destrói, mas o caminho é lento, tudo tem volta, ainda é só o começo, pra bater com a cara no chão é preciso se jogar e se não doer bastante na primeira, cair no chão se torna rotina; Para tudo se tem uma chance e duas alternativas, de uma escolhida o que resta é segurar a conseqüência.
Já não sei, e também não me importo, com o que é sonho ou realidade, tudo parece tão real na minha ilusão, os sentimentos e pensamentos tornam-se tão reais nos meus planos, mas a sensação de realidade sempre insiste em voltar, e despedaça tudo aquilo que era sonho e vontade de verdade, é como se estivesse em meio a um lugar lindo, limpo e verde, e derrepente a única coisa que te resta de tudo é uma folha ressecada, talvez alguma única esperança? Ou talvez a prova de que algo foi verdade? Talvez seja medo da realidade, duvidas sobre a verdade, falta de vontade, ou simples saudade, duvidas cruéis, pessoas infiéis, medos normais, conflitos casuais, casos banais.

9 de fev de 2011

Do dia:

As vezes as outras pessoas deescrevem muito melhor que nós mesmas, pelo fato de escreverem e nos identificarmos.
Sem mais delongas, leiam, e admitam é o máximo, e é a realidade, sim é a franqueza através de coisas que nós enxergamos e pensamos, mas escreveram antes de nós citarmos.  Isso é incrivel, e inabalavelmente a verdade, pelo menos pra mim.

Meninas, difícil dizer o que elas querem!    (click no título e confira!)

"Meninas são sentimentais, carinhosas, alegres, às vezes “surtam”, mas surtam por querer entender o mundo ou que o mundo possa entende-las.
Querem amar e ser amadas, querem dar e receber carinho, sonham com um príncipe encantado e seu cavalo branco , que não existe.
Querem uma careira brilhante e em ser bem sucedida, algumas querem fama, outras só querem ser felizes com o que faz sem que ninguém veja!
Meninas querem abraçar o mundo com seus braços e aquece-los com seus corações meigos, querem sim ir para uma festa e ser o centro das atenções, querem que reparem que sua roupa está bonita, que cortou o cabelo, que está com um salto mais alto, que pintou as unhas de uma cor diferente, que seus olhos são cheios de sonhos e esperança, que são capazes de fazer coisas que ninguém imagina, querem que às ajudem quando caírem, querem ter uma amiga verdadeira que te ame de verdade e não tenha inveja, querem pessoas que só critiquem se for para o seu próprio bem, querem pessoas que às entendam, não querem brigas entre sua família, não querem guerras ou desigualdade entre o mundo, querem elas mesmas se entender.
Meninas querem se sentir bem consigo mesmas e o mais importante, ser feliz independente de qualquer coisa (sempre)!"

Guinevere Siqueira

5 de fev de 2011

Do dia:

"Eu sou a que no mundo anda perdida,
 Eu sou a que na vida não tem norte,
 Sou a irmã do Sonho, e desta sorte
 Sou a crucificada... a dolorida...
 Sombra de névoa tênue e esvaecida,
 E que o destino amargo, triste e forte,
 Impele brutalmente para a morte!
 Alma de luto sempre incompreendida!...
 Sou aquela que passa e ninguém vê...
 Sou a que chamam triste sem o ser...
 Sou a que chora sem saber por quê...
 Sou talvez a visão que Alguém sonhou,
 Alguém que veio ao mundo pra me ver,
 E que nunca na vida me encontrou!"


Florbela Espanca


Eu não sou um ser do outro mundo, ou de outro planeta, mas eu não preciso ser igual você, às vezes não me reconheço no espelho, não sei de mim, talvez porque não sou mais aquela garotinha doce e meiga,  hoje sou a determinada e convicta, não sou o que era nem o que eu nunca fui.
Hoje apenas mudei o meu jeito de reagir às coisas, posso ser as lágrimas da minha dor, a descrença na amizade, o medo do sofrer, a solidão na multidão, ou certeza em duvida de ser ou não ser capaz.
Mas mesmo assim, restou os sonhos do ter e do ser.
Sonhos cinzas, com pouca esperança, mas ainda são sonhos.
Sempre serão os meus sonhos, não os seus.
Por isso as perguntas rodeiam a minha mente, de uma forma perplexa e irredutível.
Para que tanta hipocrisia?
Se o mundo é tão belo e tão miserável, ao mesmo tempo.
Não sou e não quero ser o centro do mundo(é só saber interpretar as minhas palavras confusas).
Mas às vezes bate uma revolta!
Revolta, sim, àquela raivinha do que as pessoas fazem com o mundo e com os outros.
Ah, é só a imperfeição do ser humano.
Eu também não sou perfeita, e não significa que tenha que sofrer pelos seus erros.
As minhas lágrimas são raras e eu ainda ando na avenida dos meus sonhos destruídos.

2 de fev de 2011

A mente e a medicina:

Estou lendo um livro muito imprevisível, exatamente como eu gosto.
Que mexe com a minha mente, e me faz novamente pensar como o ser humano é hipócrita.
Li alguns capítulos, parei, fechei o livro e comecei a refletir: "Porque os filósofos ficaram tão famosos?"
Na minha opinião por que eram primeiramente criativos, inteligentes e escreveram as coisas mais obvias e assuntos que na época ninguém dava importância. Assuntos intrigantes  e muito interessantes e sem respostas como a nossa mente.
Pois a mente do ser humano que é "subestimada".
Sim, subestimada e muito!
Um exemplo, se você entrar em algum lugar bem vestido/a, com uma aparência "feliz", todos ali te admiram pela sua elegância, e blábláblá....Mas se você for à algum lugar vestido como um maltrapilho? - Vai ser melhor que alguém, ou menos capaz em alguma coisa?
Infelizmente sim!!
O ser humano está evoluindo com a tecnologia, e não enxerga mais, está cego e obcecado, e mesmo assim se acha tão inteligente. Isso já se tornou uma coisa tão concreta, que vemos todos os dias.
Por isso, disse que o livro, assim como a mente humana é imprevisível.
Você já parou para pensar que a medicina é a profissão mais nobre que existe, pois salva vidas.
Mas para ser um médico, qualquer área desejada, precisa estudar o corpo humano. A anatomia. "Corpos mortos", fisicamente, são corpos - uma das coisas da vida que acho que meu psicológico não suportaria.
E nas primeiras aulas, os "calouros - novatos" ficam apavorados, pensam em desistir, choram, gritam, ficam deprimidos e assustados.
Aí os professores da faculdade acostumados com a situação constrangedoura dos alunos, colocam forças em suas palavras em suas aulas, fazendo com que os alunos se integrem e amadureçam.
Nas aulas seguintes a mente vai se adaptando, aproveitando as coisas novas, e isso vai se tornando normal, como a morte se torna para as pessoas.
Mas o que me endigna mesmo, não é como as pessoas se adaptam a diversas situações (porque isso é a vida que ensina, e quem não aprende não vive), é como se acham tão inteligentes a ponto de se substimar.
Sei que estou me dois assunto completamente diferentes, distintos, mas que se analisarmos profundamente veremos muito semelhança e diferença no entanto.
Observe a medicina - e as suas dificuldades - agora observe a mente do ser humano - e as suas limitações.
Notou a semelhança e a diferença da situação?
Essa reflexão, que eu tirei do livro maravilhoso do grande psiquiatra Augusto Cury - O Futuro da Humanidade.
Este eu recomendo.

"O passado é uma cortina de vidro.
Felizes os que observam o passado para poder caminhar no futuro."
Augusto Cury

1 de fev de 2011

Do dia:

Que Deus não permita que eu perca o romantismo, mesmo eu sabendo que as rosas não falam. Que eu não perca o otimismo, mesmo sabendo que o futuro que nos espera não é assim tão alegre.
Que eu não perca a vontade de viver, mesmo sabendo que a vida é, em muitos momentos, muito dolorosa.
Que eu não perca a vontade de ter grandes amigos, mesmo sabendo que, com as voltas do mundo, eles acabam indo embora de nossas vidas.
Que eu não perca a vontade de ajudar as pessoas, mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de ver, reconhecer e retribuir esta ajuda.
Que eu não perca o equilíbrio, mesmo sabendo que inúmeras forças querem que eu caia. Que eu não perca a vontade de amar, mesmo sabendo que a pessoa que eu mais amo, pode não sentir o mesmo sentimento por mim.
Que eu não perca a luz e o brilho no olhar, mesmo sabendo que muitas coisas que verei no mundo, escurecerão meus olhos.
Que eu não perca a garra, mesmo sabendo que a derrota e a perda são dois adversários extremamente perigosos.
Que eu não perca a razão, mesmo sabendo que as tentações da vida são inúmeras e deliciosas.
Que eu não perca o sentimento de justiça, mesmo sabendo que o prejudicado possa ser eu.
Que eu não perca o meu forte abraço, mesmo sabendo que um dia meus braços estarão fracos.
Que eu não perca a beleza e a alegria de ver, mesmo sabendo que muitas lágrimas brotarão dos meus olhos e escorrerão por minha alma.
Que eu não perca o amor por minha família, mesmo sabendo que ela muitas vezes me exigiria esforços incríveis para manter a sua harmonia.
Que eu não perca a vontade de doar este enorme amor que existe em meu coração, mesmo sabendo que muitas vezes ele será submetido e até rejeitado.
Que eu não perca a vontade de ser grande, mesmo sabendo que o mundo é pequeno.
E acima de tudo... Que eu jamais me esqueça que Deus me ama infinitamente, que um pequeno grão de alegria e esperança dentro de cada um é capaz de mudar e transformar qualquer coisa, pois....
A VIDA É CONSTRUÍDA NOS SONHOS E CONCRETIZADA NO AMOR!
Francisco Cândido Xavier

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