19 de fev de 2011

As músicas na escrita:

Ao contrário do que muita gente pensa as letras das músicas falam muito mais do que deveriam. São como palavras "são jogadas ao ar", sem validade, sem nenhum importância e as vezes nem fazem o sucesso.
Nunca parou para pensar?
Elas expressam diversos sentimentos como os mais comuns: amor, amizade, felicidade e também ódio e rancor; mas também mostram a mediucridade, a ignorância e a impaciência.
As músicas se fazem, sozinhas, através das vivências de quem as escreve.
Podemos "te dar o céu o mar, pra ganhar o seu coração" (Luan Santana) e podemos dizer que "Você chegou perto demais do fogo; como um mentiroso procurando perdão de uma pedra" (Green Day).
Ou talvez se compararmos "Que mentir pra si mesmo, é sempre a pior mentira." (Renato Russo) ou "Nenhuma apelação no tribunal hoje, como a própria prisão" (Creed).
E ir até o ponto de dizer que "aquele foi o dia que eu prometi, que eu nunca cantaria sobre amor, se ele não existisse; Mas querido...Você é a única exceção". (Paramore) ou até mesmo:
"Muito prazer, meu nome é otário
Vindo de outros tempos mas sempre no horário
Peixe fora d'água, borboletas no aquário
Muito prazer, meu nome é otário
Na ponta dos cascos e fora do páreo
Puro sangue, puxando carroça"
(Dom Quixote - Engenheiros)
Não que as músicas sejam "ofensivas", elas são lindas, românticas, cruéis, realistas - cada uma a seu modo - mas isso é uma questão de gosto e bom gosto, afinal, existem outras como as nativistas:
"Nunca mais eu partirei, nem vou te deixar partir,
Muitas vezes é melhor ficar, do que andar sem saber pra onde ir." (Wilson Paim)
E assim como nas variadas músicas, é incomparavelmente idêntico na escrita, o que vale sempre é a interpretação do leitor, neste caso.

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